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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Os Direitos Inalienáveis do Leitor (Daniel Pennac)

1 O Direito de Não Ler
2 O Direito de Saltar Páginas
3 O Direito de Não Acabar Um Livro
4 O Direito de Reler
5 O Direito de Ler Não Importa o Quê
6 O Direito de Amar os «Heróis» dos Romances
7 O Direito de Ler Não Importa Onde
8 O Direito de Saltar de Livro em Livro
9 O Direito de Ler em Voz Alta
10 O Direito de Não Falar do Que se Leu

in Pennac, Daniel, Como um Romance, Edições Asa, 1993

Marco o meu regresso ao blog, após um período de férias, utilizando os direitos inalienáveis do leitor de Daniel Pennac.

Esta semana publico à terça, mas como sempre a actualização do blog é feita à segunda.
Cada um de nós pode ser um potencial leitor por isso não adianta forçar ninguém a ler. Temos o direito à escolha entre ler, ler tudo seguido de uma vez, ler intercaladamente ou simplesmente não ler.
Podemos escolher o que lemos, onde, como, porquê e com quem lemos.
É nossa a escolha de ler em voz alta, ou de ler para nós, discutir a leitura que fazemos com outros ou guardar aquilo que apreendemos para nós.
Ler pode e dever ser um acto de prazer, pois é uma actividade que em muito contribui para o nosso desenvolvimento pessoal.
A leitura pode ser feita em qualquer parte.
Mesmo não lendo livros na íntegra, todas as pessoas que sabem ler, lêem alguma coisa que seja – anúncios, rótulos de embalagens, artigos de revistas, etc.
Não se pode fazer do acto de leitura uma obrigação, deve-se sim fazer desse acto uma escolha. A escolha de cada um de nós é um direito inalienável…

Até já,

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